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saude
Tubarão é o terceiro município do país no quesito qualidade da saúde

Publicado em 20/11/2020 às 17:27 - Atualizado em 20/11/2020 às 18:01


Créditos: Arte/Decom Baixar Imagem

É isso que indica o Ranking de Competitividade dos Municípios, estudo publicado nesta quinta-feira (19), pelo Centro de Liderança Pública (CLP), plataforma de inteligência Gove e Sebrae.

 

 

O Ranking de Competitividade dos Municípios busca apontar um entendimento mais profundo e abrangente de 405 municípios brasileiros com população superior a 80.000 (IBGE/2019), trazendo para o público uma ferramenta simples e objetiva que paute a atuação dos líderes públicos brasileiros, conduzindo-a melhoria da competitividade e da gestão pública local.

 

 

A pesquisa é composta por 55 indicadores, organizados em 12 pilares e três dimensões e foi justamente no pilar Qualidade da Saúde que Tubarão se destacou. “Este quesito está relacionado, principalmente, com a mortalidade e isso envolve desde a atenção básica até a atenção hospitalar. Por isso, foi muito gratificante figurar nesta posição, pois é o reconhecimento do trabalho que está sendo feito e atesta a evolução deste setor”, analisa o diretor-presidente da Fundação Municipal de Saúde, Daisson Trevisol.

 

 

Na terceira colocação, Tubarão apresenta bom desempenho em indicadores de mortalidade na infância e mortalidade por causas evitáveis. Os cinco municípios com melhor desempenho no pilar Qualidade da Saúde pertencem às regiões Sul ou Sudeste do país: três municípios são do estado de São Paulo (Mogi Mirim, Valinhos e Caieiras) e dois de Santa Catarina: Tubarão e São Bento do Sul.

 

 

As informações que compõem o levantamento representam o período pré-pandemia do novo coronavírus, tendo como base anos de referência iguais ou anteriores a 2019. “O levantamento não incorpora os efeitos adversos da pandemia sobre nossa realidade, por isso, acreditamos que os próximos estudos devem trazer os indicadores e os impactos gerados pela crise, principalmente na área da saúde”, acredita Daisson.

 

 


Confira no anexo abaixo, o estudo completo.