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Coronavírus
Pesquisadores israelenses apresentam modelo de controle do novo coronavírus

Publicado em 22/05/2020 às 19:56 - Atualizado em 22/05/2020 às 21:09


Créditos: Kélen Bardini Baixar Imagem

O modelo 10-4, medida proposta por pesquisadores israelenses para a reabertura da economia durante a pandemia do novo coronavírus, foi tema de videoconferência realizada na manhã desta sexta-feira (22), da qual participaram o secretário de Desenvolvimento Econômico, Giovani Bernardo, o diretor-presidente da Fundação Municipal de Saúde, Daisson Trevisol, além de servidores das áreas de Gestão e Saúde e representantes da empresa de consultoria Provide. 

 

Na conferência online, os pesquisadores do Instituto Weizmann, Ron Milo e Eran Yashi apresentaram detalhes do modelo matemático que propõe que as pessoas trabalhem em ciclos de duas semanas, com 10 dias de quarentena e quatro no trabalho ou escola. Segundo os pesquisadores, este modelo combinado com outras medidas, como distanciamento social, é o mais indicado para que os governos possam reabrir a economia sem pôr em risco as iniciativas praticadas para controlar a contaminação pelo novo coronavírus.

 


O modelo apresentado pelos pesquisadores será agora avaliado, como destaca o secretário de Desenvolvimento Econômico, Giovani Bernardo. “É uma proposta que vamos analisar, para verificarmos se é viável de ser aplicada em nossa cidade, no caso de necessidade, se houver evolução dos números de casos, que exijam um novo tipo de controle por parte do município em relação à circulação de pessoas. É um modelo que podemos considerar ou adaptar para nossa realidade”, explica.

 


O diretor-presidente da Fundação Municipal de Saúde, Daisson Trevisol salienta que, de fato, é necessário avaliar melhor a proposta, mas acredita que o modelo é bastante interessante. “Eles fizeram um estudo e propõem um rodízio das atividades que vale ser estudado. Felizmente, neste momento não precisamos, mas, se em algum momento for necessário tomar alguma atitude, é importante termos uma saída viável para que tenhamos a continuidade da economia, ao mesmo tempo em que seja possível garantir a saúde e evitar a disseminação do contágio”, frisa.


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